Das coisas mais sérias às mais divertidas, as maçãs são um dos tópicos fortes da nossa cultura. Falamos na maçã de Adão, pensamos no coitado do Newton debaixo da macieira e vemos como, num mesmo símbolo, temos o que de mais sério a humanidade criou, a ideia de pecado, e o ridículo do acaso que muitas vezes resulta na mais espantosa descoberta científica. Este livro é isso mesmo: o espanto perante a variedade de significados que uma «maçã» pode ter.