Existe uma peça de teatro maldita de nome Rei de Amarelo. O primeiro acto é inocente, banal, mas isso é tão somente uma armadilha, pois quem se atrever a ler o segundo, nem que seja a pousar o olhar sobre as primeiras palavras, está perdido.
E aí aprenderá sobre a cidade perdida de Carcosa, de estrelas negras e torres de trás da lua, banhada pelo lago Hali, o mistério das Híades, Hastur e Aldebaran, a Máscara Pálida e o terrível Sinal Amarelo. E tudo isto guia os leitores até ao Rei Amarelo, aquele que se apodera das mentes dos homens e controla até mesmo pensamentos ainda por pensar.
Primeiramente publicadas no final do século XIX e aqui traduzidas para português, as histórias dos infelizes corrompidos pelo Rei de Amarelo continua a causar temor e a inspirar dezenas de autores como H. P. Lovecraft, Grant Morrison, Neil Gaiman e George R. R. Martin e os criadores da série televisiva True Detective.